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Estudos Bíblicos do mês de Agosto


17/08/2008  - A lei seca de Deus
24/08/2008 - Treinamento espiritual
31/08/2008 - Alegria

O Profeta Jonas – Parte III
Urley Luca

Podemos comparar Jonas com o filho mais velho na parábola do filho pródigo ("Lucas 15:25-30) que estava zangado e não quis tomar parte na festa na volta de seu irmão. Jonas em momento algum reclamou da misericórdia de Deus para com ele ao salvá-lo do peixe grande. Quando estamos sofrendo e passando por situações de fuga e desobediência na vida cristã, tornamo-nos autopiedosos com nossas vidas e achamos que precisamos de Deus mais do que os outros, mas nem sempre quando outros sofrem somos piedosos e queremos levar a piedade de Deus a eles, porque achamos que os pecados deles são muito mais graves do que os nossos (Romanos 3:23 / Provérbios 20:9). É por isso que Jesus nos afirma que devemos amar ao próximo como a nós mesmos.
Ao dizer que sabia como Deus era, Jonas nos mostra o quanto muitas vezes sabemos quem Deus é, mas não concordamos e ainda questionamos o modo Dele agir. Somos o vaso questionando o oleiro (Romanos 9:20).

• Será que fica bem, ficarmos zangados por aquilo que Deus faz?

Esta atitude de Jonas poderia ter provocado ira em Deus, mas Deus com sua incrível paciência nos suporta por amor. E por isso que a paciência de Deus é motivo de salvação.

 
O Profeta Jonas – Parte II
Urley Luca

A palavra foi "pregada" por um homem que certamente não tinha no seu coração aquilo que estava dizendo. Podemos imaginar Jonas entrando na grande cidade, olhando com receio para os lados, esperando a qualquer momento ser reconhecido como judeu (estrangeiro) e atacado. Talvez, naquele momento, somente seu medo excedia seu ódio por aquele povo. Percorrendo a grande cidade, ele tomou coragem e começou a anunciar: “quarenta dias, e Nínive será destruída”. Quem imaginaria que os impiedosos de Nínive poderiam se sujeitar a mensagem de Deus por meio de Jonas , reconhecendo que havia um Deus Todo poderoso? Isto pode ser aplicado a nossa época, pois existem pessoas que estão sedentas por um aviso de Deus, pois sabem no íntimo que alguma coisa lhes falta ou está errada. Cabe a nós, irmos e anunciar as boas novas. ( "Romanos 10:17") Quem, ou o que é a Nínive que te deixa covarde para anunciar o evangelho? Se Jonas não tivesse anunciado, eles não teriam mudado e se humilhado diante de Deus. É impressionante como Deus usou uma pessoa que não tinha no seu coração vontade...

 
O amor toma a iniciativa
Jorge Bittencourt

Tomar a iniciativa tem tudo a ver com amor. O amor "não se alegra com a injustiça" (I Coríntios 13:6), e por isso age, não apenas reage. Deus, quando viu o seu povo sofrendo no Egito, lembrou da aliança que fizera com Abraão, Isaque e Jacó e enviou Moisés para salvá-los (Êxodo 2:24-25). Sem iniciativa, é difícil haver amor, porque muitas vezes o objeto do nosso amor nem entende direito do que precisa! Não foi assim conosco? Estávamos andando pela vida, sem entender que o que faltava era um relacionamento intenso e vibrante com o nosso Deus, até que Ele usou pessoas para compartilhar o seu evangelho. Que bom que Deus tomou a iniciativa!Por que é tão difícil dar primeiro sem ter recebido? Temos medo de falhar e de não sermos retribuídos e muito orgulho. No íntimo nos perguntamos porque somos nós que devemos dar o primeiro passo. Ficamos ressentidos porque não somos retribuídos como achamos que merecemos. Temos dificuldade para tomar a iniciativa porque estamos focalizados demais em nós mesmos.

 
O amor é paciente (Parte II): Moisés
Jorge Bittencourt

Moisés passou 40 anos no Egito, sendo treinado nas letras e ciência egípcias, e outros 40 anos em Midiã, como pastor de ovelhas, após ter assassinado um egípcio.Êxodo 2:11-22 Moisés queria ajudar as pessoas. Ele poderia ter visto o egípcio espancando seu patrício e ignorado a situação, mas não o fez. Ele poderia ter visto os pastores maltratando as midianitas e virado o rosto, mas não o fez. Na primeira situação, a sua vontade sincera de ajudar lhe custou todo o conforto e futuro promissor que poderia ter tido no Egito. Na segunda situação, sua hombridade lhe rendeu uma esposa, um lar e dois filhos. Como você reage em situações parecidas com as que Moisés viveu no Egito? Quando nossa vontade sincera de ajudar não produz os frutos esperados, sofremos as conseqüências com esperança ou desanimamos e desistimos de fazer o bem?

 
Sim, Deus pode!
James Shults

Ha um programa infantil na televisão nos EUA chamado “Bob, o Construtor”. Neste programa, Bob, um engenheiro, concerta e constrói qualquer coisa. O coro da música repete: “Podemos construir? Sim, podemos!” Ele é como um super herói para meu filho. Ele tem bloquinhos para brincar de Bob, o Construtor. Eu penso assim sobre Deus. Ele pode construir? Sim, Ele pode!
No início do terceiro capítulo de Atos (3:1-16), Pedro e João foram ao templo para orar. Ao verem um mendigo, mandaram que ele andasse e o ajudaram a se levantar. Este imediatamente passou a pular e a louvar a Deus. Que milagre impressionante! Eu tenho um amigo que tem pólio desde a infância e anda somente com a ajuda de um andador. Cada ano que passa, fica mais difícil para ele se apoiar. Tenho um outro amigo que teve um acidente de carro e quebrou as pernas em múltiplos lugares, teve que colocar pinos cirurgicamente e demorou meses para andar sem apoio. Depois de pouco tempo no hospital, já estava magro e com os músculos fracos. Neste trecho, vemos um homem aleijado desde o nascimento que estava tão atrofiado que era necessário alguém carregá-lo e colocá-lo na entrada do templo todo dia. Ele não somente levantou, mas começou a dar pulos em poucos minutos! É um milagre e tanto.

 
O amor é paciente (Parte I)
Jorge Bittencourt

Nessa semana iniciaremos uma série de artigos sobre características do amor. Estudaremos princípios fundamentais das escrituras bem como exemplos de homens e mulheres que modelaram tais características e hoje nos ajudam a vivê-las também em nossas vidas. A ordem dos artigos não sugere ordem de importância entre as características, mas apenas segue uma série de aulas que temos feito com jovens discípulos na igreja de Brasília. Sugiro que faça a leitura desses tempos em suas devocionais com Deus, com a Bíblia e um caderno de anotações, onde poderá registrar seus pensamentos e decisões de mudança. O objetivo desses tempos não é apenas acrescentar conhecimento de Deus, mas transformar nossos corações. Por isso, antes de partirmos para a primeiro artigo, vamos refletir sobre como podemos crescer em amor.

 
O Profeta Jonas – Parte I
Urley Luca

Nínive, cujo nome significa bela, foi a capital da Assíria. Os assírios eram considerados sanguinários e brutais. Gostavam de inventar novas formas de torturas para amendrontar seus inimigos. Algumas de suas torturas consistiam em arrancar a pele dos inimigos capturados, erguê-los no ar espetados no peito por uma grande lança, decapitá-los, fazer pirâmides com seus crânios, crucificar, empalar, arrancar os olhos e esfolar vivos seus prisioneiros. Eles se destacaram também pela habilidade na construção de grandes cidades e edifícios monumentais, como atestam as ruínas encontradas de Nínive . Na época de Jonas, Israel vivia em extrema pobreza, o rei fazia o que era mal diante do Senhor (2 Reis 14:24) e um de seus grandes inimigos eram os Assírios. As razões que Jonas poderia alegar para sua desobediência eram até explicáveis,mas jamais justifícaveis para Deus. Os sentimentos de Jonas estavam interferindo no seu relacionamento com Ele. Jonas não entendia, mas aos olhos de Deus ele não era melhor, não era mais justo do que aqueles a quem odiava.

 
Uma Mensagem que exige Resposta
James Shults

Hoje iniciamos uma série de artigos sobre o livro de Atos. Sugiro que leia os dois primeiros capítulos antes de ler este artigo, pois os pontos estarão mais frescos em sua mente. Enquanto os evangelhos são uma narrativa da vida de Jesus, Atos é uma narrativa da expansão do cristianismo - de uma comunidade estritamente judaica para uma outra onde se incluíram os gentios (a maioria de nós). Em Atos 1:1-2, o autor escreve a respeito de seu "livro anterior", isto é, o evangelho de Lucas. Juntos, estes dois livros formam um quarto do Novo Testamento. O nome de Lucas não aparece como autor em nenhum dos dois livros, porém ele aparece em várias passagens, pois usa o pronome pessoal plural "nós" ( 16:10-17; 20:5-21; 27:1-28:16) e, portanto, sabemos que o autor foi companheiro de Paulo. Também sabemos que Lucas estava com Paulo quando escreveu Colossenses (4:14) e Filemon (v. 24), então se supõe que seja Lucas o autor dos dois livros.


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