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O amor é compassivo
Jorge Bittencourt

Deus é forte e nós somos fracos. A escritura acima mostra que a frase anterior é um grande eufemismo. Deus é o Rei da glória, eterno (Salmo 24:8-10) e nós somos o verme passageiro nessa terra (Jó 25:6, Salmos 22:6). Isso pode parecer chocante para nós. Uma coisa é um ser humano ou até nós mesmos nos chamarmos de vermes, outra coisa é Deus dizer isso a respeito de nós. No entanto, a afirmação acima não tem como objetivo diminuir nosso valor. Deus está apenas contrastando o seu poder com o nosso e nos ajudando a enxergar quão pequenos somos diante da sua grandeza. Mas ele também está demonstrando sua grande compaixão por nós. Deus sofre conosco. Ele sabe que vivemos em um corpo que é assaltado por desejos violentos (Tiago 4:1), que nossa carne é fraca (Mateus 26:41) e que, embora muitas vezes queiramos fazer o certo, somos fracos para realizar o bem (Romanos 7:18).
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Retiro do Carnaval 2010
Evarista

Este ano nossa experiência no carnaval foi diferente, em vez de nos “retirarmos” para um local afastado, fora da cidade, ficamos acampados no mesmo local onde realizamos os cultos dominicais, no centro de Brasília. E como carnaval sugere “festa”, também passamos estes três dias festejando! Recebemos o jovem e encorajador casal John e Kay Royt (e sua filhinha Maya), que atualmente lideram um ministério universitário em Palm Beach, Flórida.
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O amor é justo
Jorge Bittencourt

Tiago 1:13-17 “Quando alguém for tentado, jamais deverá dizer: ‘Estou sendo tentado por Deus’. Pois Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta. Cada um, porém, é tentado pelo próprio mau desejo, sendo por este arrastado e seduzido. Então esse desejo, tendo concebido, dá à luz o pecado, e o pecado, após ter se consumado, gera a morte. Meus amados irmãos, não se deixem enganar. Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, que não muda como sombras inconstantes.” A justiça é algo tão extraordinário porque ela define o próprio caráter de Deus: tudo o que é bom e nada do que é mal. Em outras palavras, a justiça define somente aquilo que é correto e justo aos olhos de Deus.
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O amor é bondoso
Jorge Bittencourt

I Coríntios 13:4 “O amor é paciente, o amor é bondoso.” O coração amoroso deseja o bem aos outros. O que é o bem? Há algumas coisas que, por definição, são boas a todas as pessoas: um relacionamento com Deus, paz, alegria, etc. No entanto, em muitas situações, o que é bom para um pode não ser bom para outro. Jesus deixou esse princípio claro na regra de ouro: “Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam; pois esta é a Lei e os Profetas.” (Mateus 7:12). Todos querem o bem para si mesmos (Efésios 5:29). Assim, para cumprimos o princípio da Lei e dos Profetas, devemos querer o bem para os outros. Isso não significa que devemos fazer ou dar aos outros exatamente as mesmas coisas que gostaríamos que fizessem ou dessem a nós: devemos fazer e dar aos outros o bem que desejamos para nós mesmos. Para isso, precisamos de envolvimento com as pessoas, para descobrirmos o que é importante para ela ou ele, e quais necessidades existentes na vida daquela pessoa poderiam ser endereçadas por nós.
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O amor sacrifica
Jorge Bittencourt

I João 3:16 “Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos.” O sacrifício é uma das bases do amor. A escritura acima define o amor assim: Jesus nos amou ao dar sua vida por nós e nós amamos os outros ao dar nossas vidas pelos outros. Em João 15:13, Jesus define o amor do mesmo modo: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos”. Dar a vida não significa necessariamente morrer por alguém. Os muçulmanos, por exemplo, são encorajados a morrer em batalha pelo nome de Alá e irem direto ao céu. Dar a vida por alguém significa viver sua vida abrindo mão de coisas preciosas para você em favor de alguém independente do mérito do destinatário. Hoje vamos examinar algumas das coisas preciosas de que Deus abriu mão em favor de cada ser humano.
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O amor é sincero
Jorge Bittencourt

II Tessalonicenses 2:10-12 “Ele [o perverso] fará uso de todas as formas de engano da injustiça para os que estão perecendo, porquanto rejeitaram o amor à verdade que os poderia salvar. Por essa razão Deus lhes envia um poder sedutor, a fim de que creiam na mentira, e sejam condenados todos os que não creram na verdade, mas tiveram prazer na injustiça.” A sinceridade é uma das bases do amor, porque o amor verdadeiro se baseia apenas naquilo que é verdadeiro e real. Um dos significados da palavra, de acordo com o dicionário Aurélio, é “quem se mostra disposto a reconhecer a verdade”. A única chance de mudarmos nossos caminhos e nos tornar mais parecidos com Deus é reconhecer nossos pecados de maneira sincera. No entanto, esse processo é doloroso, pois nos faz ver coisas em nossa natureza humana que não são agradáveis. Por essa razão somos chamados a amar a verdade, ou seja, a sermos sinceros. O amor à verdade nos protege das armadilhas de Satanás, “que engana o mundo todo” (Apocalipse 12:9). Se amarmos nossas próprias opiniões e ego mais que a verdade, não teremos força para enfrentar suas armadilhas. Há pecados ou situações em sua vida que você tem consistentemente evitado? Quais as razões que têm levado você a não lidar com essas questões? Você ama a correção? Obviamente, é difícil ser corrigido, especialmente quando isso não é feito com espírito de amor, mas em última instância a nossa resposta a correções depende do nosso amor à verdade. Lembre-se que “quem fere por amor mostra lealdade, mas o inimigo multiplica beijos” (Provérbios 27:6).
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